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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Kinguio Japonês

Nenhum peixe tem tantas variedades de formato e colorido como este. Originalmente foi um peixe insignificante, com jeito de carpa e colorido marrom-esverdeado, nadando pelos tanques e lagos da China. Segundo antigas escrituras chinesas, foram pescados um dia, lá pelo ano de 950, na aldeia de Tchang-ú, alguns “peixes de fogo”, que acreditou-se serem mutações vermelhas dos originais Carassius. Começou então, a criação destes peixes em tanque e globos de vidro, dando os chineses largas à sua fantasia na criação de formas diferentes.
Os métodos usados para se conseguir as primeiras deformidades do corpo e o crescimento desmensurado de suas nadadeiras, bem como os diversos coloridos, constituem um segredo que ficou para sempre sepultado em antigas escrituras que só raros chineses entendem, pois foram escritos em estilo literário difícil de ser traduzido, não só pelos estrangeiros como também pelos próprios chineses atuais. Os Japoneses, nas suas periódicas visitas à China, de lá trouxeram estes peixes e começaram também à criálos em Sakai, no ano de 1571. Os navegadores portugueses trouxeram-no para a Europa no ano de 1611. Só chegaram na França no ano de 1750 por intermédio da Companhia das Índias. Em todo o caso, a “glória” da criação destas “monstruosidades” cabe aos psicultores orientais, que distinguem 66 tipos diferentes. Entre nós, os mais conhecidos são os: Cauda-de-Véu, Telescópio, o Ovo (sem nadadeira dorsal), Cabeça-de-Leão, o Cometa.
eixe bastante sociável, gosta de viver em companhia de seus irmãos ou mesmo de outros peixes. Acredita-se que um Carassius sozinho, não viva muito tempo em cativeiro, pois morreria de aborrecimento. Tem o péssimo hábito de fuçar no fundo de areia e arrancar as plantas, turvando assim a água, pela que se desaconselha a presença deste peixe adulto em aquários decorativos. Querendo tê-los em aquário, deve ter o fundo coberto com cascalho grosso, desencorajando-o a continuar com esse hábito. É peixe mais para tanques e lagos de jardim. Em aquários comunitários, aconselha-se ter apenas exemplares até 10cm.

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