Varias promoções

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Plantas Ornamentais No Brasil - Harri Lorenzi

Este livro refere-se às espécies de plantas ornamentais herbáceas, arbustivas e trepadeiras que compõem no momento os jardins brasileiros e as que, ainda no estado silvestre, tem potencial para compô-los. É o resultado de novo levantamento realizado nos últimos 7 anos em todo o território brasileiro, constituindo-se na quarta edição desta obra, lançada pela primeira vez em 1995 e já vendida cerca de 100 mil exemplares. Visando mantê-la atualizada, muitas espécies apresentadas na edição anterior foram substituídas por outras que no momento estão sendo mais cultivadas. Isso decorreu do fato de que o número total de 1056 espécies (1120 páginas) apresentadas na edição anterior é o máximo possível para obter-se um exemplar manuseável; assim, foram introduzidas cerca de 65 novas espécies e retiradas igual número. Além dessas alterações, substituiu-se cerca de 250 fotografias por outras de melhor qualidade, atualizou-se o texto e a nomenclatura botânica de muitas espécies e adequou-se a organização segundo o APG II, visando deixá-lo mais atualizado, útil e atraente.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Manutenção, o Segredo de um belo Aquário

Intervalo Manutenção Observação
semanal Troca parcial de água
Trocas parciais de 20% de água são indispensáveis  Elas podem ser consideradas umas das ações mais importantes para se manter um belo aquário. Pois através da renovação da água, é que eliminamos alguns excessos como de nitratos e fosfatos e repomos algumas substâncias importantes. É bom deixar claro que a água nova deve ser tratada com produtos que além de eliminar o cloro, neutralizam metais pesados, possuem propriedade anti-stress, etc. Bons exemplos são Alcon Protect (nacional), Tetra AquaSafe (importado).
semanal Sifonagem do fundo
O ato de sifonar o fundo do aquário, ajuda muito na eliminação da matéria orgânica em excesso, consequentemente diminuimos os níveis de nitratos e fosfatos. A sifonagem deve ser feita com cuidado em aquário de plantas naturais, tomando cuidado para não sifonar num raio de no mínimo 5cm das plantas, evitando assim que se danifiquem suas raízes. Esse processo deve ser feito com o auxílio de uma ferramenta apropriada para este fim, um sifão, que é facilmente encontardos em lojas de aquário e por preços bastante acessíveis.
semanal Adição de fertilizantes ou condicionadores líquidos para as plantas*
Não são só os peixes que precisam de alimentação, as plantas também precisam ser "alimentadas", e ai entra o papel dos condicionadores para as plantas aquáticas, eles repoem os elementos que as plantas necessitam para se desenvolver, como por exemplo o ferro, tão importante para a fotossíntese. Infelismente ainda não temos produtos nacionais de boa qualidade para esse fim, então temos que depender dos importados, entre eles recomendo, Seachem Flourish, Seachem Flourish Iron, Tetra Flora Pride ou Planta Min.
semanal Retirada das folhas mortas*
Mais umas vez, devemos nos preocupar com o acúmulo de matéria orgânica que pode nos trazer muitos problemas, então é importante que retiremos as folhas mortas que se ainda não, logo entrarão em decomposição. Veja que retirar as folhas mortas é diferente de podar as plantas.
semanal Limpeza das algas que estão no vidro
Se aparecerem alguns pontos verdes no vidro do aquário, não se preocupe pois é sinal que as condições estão boas, mas isso pode se tornar anti-estético para alguns aquaristas, então você deverá retirá-las usando um limpador magnético de boa qualidade vendido em lojas de aquários ou mesmo uma esponja dessas usadas na cozinha, mas deve ser novas e nunca ter tido contato com qualquer substância de limpeza. Algumas pessoas preferem só limpar o vidro dianteiro e deixar os lateriais e posterior com um aspecto mais natural. Se você optar pelas esponjas, tome muito cuidado, pois algumas possuem substâncias anti-bacterianas o  que provocariam um verdadeiro desastre se usadas no seu aquário. Um exemplo são as da marca 3M.
semanal Limpeza externa dos vidros
É comum em aquários, principalmente os que possuem uma dureza alta como os de africanos, que as tampas de vidro fiquem "sujas" com uma espécie de camada sobre os vidros, o que pode diminuir a passagem da luz e atrapalhar o crescimento das plantas, para isso basta passar um pano úmido nas tampas em ambos os lados para a remoção dessa "camada". Os vidros dianteiro e laterais também tendem a ficar com marcas da água queas vezes escorre, o que é facilmente resolvido usando um pano úmido.
quinzenal
Poda das plantas*
As vezes as plantas crescem muito e acabam prejudicando as outras, impedindo as passagem da luz. Nesse caso a solução é a poda, que deve ser feita com um tesoura e tomando cuidado para não machucar a planta. Alguns aquaristas realizam a poda semanalmente, mas minhas experiências comprovaram que a poda muito freqüente ocasiona o enfraquecimento da planta, provocando o raquitismo. Então recomendo intervalos de no mínimo 15 dias a cada poda.
mensal Fertilização do solo*
Algumas plantas preferem absorver seus nutrientes pela raiz, é o caso das Echinodorus ssp., Cryptocoryne ssp., entre outras. Para isso, existem produtos que fertilizam principalmente as raízes, normalmente são pastilhas que colocamos perto das raízes das plantas e que fornecem parte do seu alimento. Recomendo Tetra Hylena Crypto.
bimestral Manutenção dos filtros
A cada dois meses é recomendável fazer um limpeza no filtro do aquário, claro que se você usar FBF (aquelas placas de fundo), não vai limpá-las a cada dois meses! Refiro-me a filtros externos e cannisters. Atenção no momento de lavar os locais de colonização de bactérias ou o "filtro biológico", use a própria água do aquário para não matar as bactérias tão importantes para o funcionamento do mesmo.
semestral Trocas das lâmpadas*
Você deve trocar suas lâmpadas fluorescentes a cada 1 ano, pois depois disso elas perdem algumas de suas propriedades importantes para as plantas, mas nunca troque todas de uma vez pois isso pode causar um choque no seu aquário, troque metade a cada 6 meses, por exemplo se você possui 4 lâmpadas, troque 2 e só depois de 6 meses troque as outras duas. Por isso considero essa como uma medida semestral e não anual.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Como o peixe elétrico dá choque?

O oceanógrafo Ricardo Cardoso, do Aquário de São Paulo, explica que esses animais tiveram uma adaptação da musculatura lateral do corpo. Essa musculatura virou uma grande bateria, que armazena eletricidade.
Mas de onde vem essa eletricidade? "Todo movimento muscular se dá através de sinapses, impulsos elétricos aos músculos. Os peixes elétricos armazenam nos músculos laterais a corrente gerada por essas sinapses, em vez de consumi-la", diz Cardoso. E usam essa energia para reagir a ataques, se comunicar, disputar com outros peixes território ou acasalar.
"Quanto maior o animal, mais forte o choque", diz Cardoso. Alguns, como o puraquê amazônico, chegam a dar descargas de 600 volts. Um choque desses pode paralisar os movimentos e causar afogamento. Apesar disso, o oceanógrafo sabe apenas de um caso de morte por "ataque" de peixe elétrico: em um aquário, um desses animais pulou para fora do tanque e um funcionário agarrou-o para devolvê-lo à água. Com o susto, o peixe liberou a descarga - mas como o homem tinha um marcapasso, o choque terminou por causar um ataque cardíaco.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Peixe Voador

Quando eu trabalhava em uma loja de aquários em SP, nós tínhamos um tanque marinho lindo, com um Balistes vetula nele. Para quem não conhece, este é o "Porquinho", saboreado nas praias. Além de saboroso quando morto, ele é muito bonito vivo e tem mandíbulas e dentes extremamente poderosos para estraçalhar corais, conchas, ouriços, etc., e pode ser chamado de qualquer coisa menos tímido. Nosso espécime, em particular, ainda era pequeno (uns 10 cm). Um dia entrou um grupo de garotas na loja, e estavam admirando aquele aquário, então o dono da loja resolveu impressioná-las. Ele começou a mostrar todo o seu conhecimento sobre o aquário e o peixe, e ficava atiçando-o com o dedo perto da superfície. Nem preciso dizer, num certo momento ele se distraiu, e o peixe veio correndo e NHAC! Ele deu um grito e instintivamente puxou a mão para fora do aquário, e junto veio o peixe até que no fim da puxada ele se soltou e voou através da loja, uns bons 10 metros! No meio das gargalhadas das meninas e do embaraço do dono ensagüentado, eu catei o peixe e coloquei de volta no aquário.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

PEIXES DE AGUA DOCE

Peixe de nado muito rápido e resistente. Vive em pequenos grupos atingindo até 12cm. Temperatura 22 a 28°C e pH6,8 a 7,4
Dânio (Danio aequipinnatus)




De origem asiática, ajuda na manutenção do aquário. Muito rústico e de comportamento dócil com outros peixes do aquário. Temperatura 26°C e ph 7,2 a 7,4
Dojo (Misgurnus anguillicaudatus)
  

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

PEIXES

A palavra peixe usa-se por vezes para designar vários animais aquáticos (por exemplo na palavra peixe-mulher para designar o dugongo). Mas a maior parte dos organismos aquáticos muitas vezes designados por "peixe", incluindo as medusas (água-vivas), os moluscos e crustáceos e mesmo mamíferos muito parecidos com os peixes como os golfinhos, não são peixes.
Os peixes encontram-se em praticamente todos os ecossistemas aquáticos, tanto em água doce como salgada, desde a água da praia até às grandes profundezas dos oceanos (ver biologia marinha). Mas há alguns lagos hiper-salinos, como o Grande Lago Salgado, nos Estados Unidos da América do Norte onde não vivem peixes.
Os peixes têm uma grande importância para a humanidade e desde tempos imemoriais foram pescados para a sua alimentação. Muitas espécies de peixes são criadas em condições artificiais (ver aquacultura), não só para alimentação humana, mas também para outros fins, como os aquários.
Há algumas espécies perigosas para o Homem, como os peixes-escorpião que têm espinhos venenosos e algumas espécies de tubarão, que podem atacar pessoas nas praias. Muitas espécies de peixes encontram-se ameaçadas de extinção, quer por pesca excessiva, quer por deterioração dos seus habitats.
Alguns peixes ingerem água para recuperar a água perdida pelas brânquias, por osmose, e pela urina. Eles retiram oxigênio da água para respirar. Uma enguia, por exemplo, toma o equivalente a uma colher de sopa de água por dia. Os peixes também retiram uma certa quantidade de água dos alimentos. Por viverem em meio líquido, não precisam beber água para hidratar a pele, como fazem os animais terrestres.
Os peixes urinam, mas nem todos urinam da mesma maneira. Os peixes de água doce precisam eliminar o excesso de água que se acumula em seus corpos. Seus rins produzem muita urina para evitar que os tecidos fiquem saturados. Comparados aos peixes de água doce, os peixes de água salgada, que já perdem água por osmose, produzem muito menos urina.
O ramo da zoologia que estuda os peixes do ponto de vista da sua posição sistemática é a ictiologia. No entanto, os peixes são igualmente estudados no âmbito da ecologia, da biologia pesqueira, da fisiologia e doutros ramos da biologia.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Conheça Algumas Plantas de Aquário

Nome comum: Cabomba
Nome científico: Cabomba aquatica
Exigência em luz: Alta
Temperatura da água: 0 - 28 ºC
Altura: Até 40 cm
Uso no aquário: Plantada em grupos no meio ou no fundo. Cresce bastante e pode ser podada. Ideal para desova de várias espécies de peixe.
Nome comum: Elodea
Nome científico: Elodea densa
Exigência em luz: Média
Temperatura da água: 0 - 28 ºC
Altura: Até 60 cm ou mais
Uso no aquário: Plantada em grupos no meio ou no fundo. Crescimento rápido, cerca de 10 cm por semana.
Nome comum: Amazonense
Nome científico: Echinodorus bleheri
Exigência em luz: Média
Temperatura da água: 22 - 28 ºC
Altura: Até 60 cm
Uso no aquário: Possui folhas grandes, sendo ideal para aquários maiores. Produz em média uma folha por semana. As plantas maduras podem contar com até 40 folhas. Exigente em nutrientes.
Nome comum: Criptocorine
Nome científico: Cryptocoryne sp
Exigência em luz: Baixa
Temperatura da água: 22 - 28 ºC
Altura: 25 cm
Uso no aquário: Plantada em grupos na parte dianteira do aquário. De folhas estreitas e pecíolo longo de cor marrom esverdeado. Adequada para aquários com Ciclídeos
.
Nome comum: Ludwigia
Nome científico: Ludwigia arcuata
Exigência em luz: Alta
Temperatura da água: 22 - 28 ºC
Altura: Até 40 cm
Uso no aquário: Planta de folhas opostas que pode adquirir coloração avermelhada por abundância de nutrientes. Cresce cerca de 10 cm por mês e deve ser plantada em grupos no meio do aquário
Nome comum: Bacopa
Nome científico: Bacopa amplexicaulis
Exigência em luz: Média
Temperatura da água: 0 - 22 ºC
Altura: Até 40 cm
Uso no aquário: Plantada em grupos por todo o aquário. Planta caulescente com finas folhas verticiladas. Quando cresce até a superfície produz pequenas flores azuladas.
Nome comum: Valisnéria
Nome científico: Vallisneria gigantea
Exigência em luz: Média
Temperatura da água: 0 - 28 ºC
Altura: Até um metro
Uso no aquário: Planta de folhas longas e resistentes. Adequada para aquários com Ciclídeos. Pouco exigente em nutrientes, cresce muito e deve ser usada na parte posterior do aquário.
Nome comum: Sagitária
Nome científico: Sagittaria plathyphyla
Exigência em luz: Média / Alta
Temperatura da água: 22 - 28 ºC
Altura: Até 15 cm
Uso no aquário: Planta com folhas lanceoladas de 3 cm de largura e cerca de 20 cm de comprimento. Plantada em grupos na região anterior e central do aquário, é capaz de fechar o fundo.